Luzes que dançam nos céus

Já com o formigueiro no corpo de quem está quase a embarcar para mais um aventura na Islândia, partilho um pouco do que é a experiência de ver Auroras Boreais.

Enquanto entre maio e agosto os dias são enormes e com direito a pores do sol intermináveis, as idas à Islândia entre setembro e março trazem a possibilidade de, com sorte, podermos assistir a um dos mais incríveis espetáculos do planeta – as Auroras Boreais.

As brilhantes luzes dançantes que tornam os céus uma autêntica discoteca dos deuses a céu aberto resulta das colisões entre partículas do sol carregadas eletricamente que entram na atmosfera terrestre. As luzes são vistas acima dos pólos magnéticos dos hemisférios do norte e do sul. Elas são conhecidas como 'Aurora borealis' no norte e 'Aurora australis' no hemisfério sul.

As exibições aurorais aparecem em muitas cores, embora o verde e o rosa sejam os mais comuns. Foram também já relatados tons de vermelho, amarelo, verde, azul e violeta. As variações de cor são devidas ao tipo de partículas de gás que colidem. A cor auroral mais comum, verde amarelado, é produzida por moléculas de oxigénio localizadas a cerca de 100 km acima da Terra. Raras, as auroras totalmente vermelhas são produzidas por oxigénio de alta altitude, em alturas até 340 km. O nitrogénio produz uma aurora azul ou roxa.

As luzes aparecem em muitas formas, desde manchas ou nuvens dispersas de luz até arcos, cortinas ondulantes que iluminam o céu com um brilho incandescente.

Associadas às auroras boreais existiam muitas crenças na mitologia, Aurora era a deusa do amanhecer. Nos tempos medievais, as ocorrências de exibições aurorais eram vistas como prenúncio de guerra ou fome. Os maori da Nova Zelândia compartilhavam uma crença que as auroras eram reflexões de tochas ou fogueiras. Os indianos Menominee de Wisconsin acreditavam que as luzes indicavam a localização dos manabai'wok (gigantes) que eram espíritos de grandes caçadores e pescadores. Os Inuit do Alasca acreditavam que as luzes eram os espíritos dos animais que caçavam: as focas, o salmão, os cervos e as belugas. Outros povos aborígenes acreditavam que as luzes eram os espíritos ancestrais do seu povo.

Hoje em dia ver uma aurora é prenúncio de uma quantidade enorme de espanto e uma alegria que causa um frenesim interno que é inexplicável. Existem coisas no mundo que nos fazem sentir pequeninos e esta é uma delas.

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